









O eletroencefalograma (EEG) é uma técnica de diagnóstico por imagem que é amplamente utilizada para avaliar a atividade elétrica do cérebro. Na área da oncologia, o EEG pode ser utilizado para monitorar o cérebro de pacientes com câncer que estão recebendo tratamento que pode afetar a função cerebral. O EEG é frequentemente utilizado para avaliar a presença de convulsões em pacientes com câncer que estão recebendo tratamentos que podem afetar a função cerebral, como a quimioterapia ou radioterapia. O EEG também pode ser utilizado para avaliar pacientes com tumores cerebrais, ajudando a determinar a localização do tumor e a avaliar a função cerebral.
O Holter, o MAPA e o Tilt são técnicas de monitoramento cardíaco que podem ser utilizadas na área da oncologia para avaliar a saúde do coração em pacientes com câncer. O Holter é um dispositivo portátil que é utilizado para monitorar o ritmo cardíaco do paciente durante um período prolongado, geralmente 24 horas. O dispositivo registra continuamente o ritmo cardíaco do paciente, permitindo a identificação de arritmias cardíacas e outras irregularidades. O MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial) é uma técnica que utiliza um dispositivo portátil para medir a pressão arterial do paciente durante um período prolongado, geralmente 24 horas. O dispositivo mede continuamente a pressão arterial do paciente, permitindo a identificação de hipertensão arterial e outras irregularidades.
A ultrassonografia é uma técnica de diagnóstico por imagem que utiliza ondas sonoras para produzir imagens do corpo em tempo real. Na área da oncologia, a ultrassonografia é frequentemente utilizada para auxiliar no diagnóstico e tratamento de tumores, podendo ser usada para detectar anormalidades em órgãos internos, avaliar a extensão do câncer e guiar a biópsia de tecido tumoral. Essa técnica também pode ser utilizada para monitorar a resposta do tumor ao tratamento. A ultrassonografia também pode ser usada em conjunto com outras técnicas de imagem, como a tomografia computadorizada ou a ressonância magnética, para fornecer informações mais precisas sobre o câncer e sua extensão.
A tomografia por emissão de pósitrons combinada com tomografia computadorizada (PET-CT) é uma técnica de diagnóstico por imagem avançada, que utiliza uma pequena quantidade de material radioativo injetado na corrente sanguínea, detectado por um scanner PET-CT, para produzir imagens detalhadas do corpo, permitindo a detecção de áreas com maior atividade metabólica, como tumores.
Na oncologia, essa técnica é amplamente utilizada para auxiliar no diagnóstico, avaliar a extensão do câncer e identificar metástases, bem como para planejar o tratamento de pacientes com câncer.
O PET-CT é particularmente útil para detectar câncer em estágios iniciais, avaliar a extensão do câncer e monitorar a resposta do tumor ao tratamento. A técnica também pode ser usada para guiar a biópsia, ajudando os médicos a localizar o tecido tumoral para a coleta de amostras.
A medicina nuclear é uma especialidade médica que utiliza materiais radioativos para o diagnóstico, a terapia e a pesquisa. Na área da oncologia, a medicina nuclear é amplamente utilizada para diagnosticar e tratar o câncer. Um dos exames mais comuns da medicina nuclear é a cintilografia óssea, que utiliza uma pequena quantidade de material radioativo para avaliar a saúde dos ossos. A cintilografia óssea é frequentemente usada para detectar metástases ósseas em pacientes com câncer.
A medicina nuclear está disponível no momento apenas em Belo Horizonte, mas em breve estará disponível também em Salvador.
O raio X é uma técnica de diagnóstico por imagem que utiliza raios ionizantes para gerar imagens das estruturas internas do corpo. É amplamente utilizado na área da oncologia para detecção, para avaliar a extensão do câncer e identificar metástases. Ele também pode ser utilizado para monitorar a resposta do tumor ao tratamento, bem como para avaliar a eficácia de terapias como radioterapia. O raio X pode detectar anormalidades, que podem indicar a presença de um tumor, nos tecidos moles ou nos ossos.
O teste ergométrico é um exame que avalia a resposta do coração a um esforço físico. Durante o teste ergométrico, o paciente é monitorado enquanto caminha ou corre em uma esteira, ou pedala em uma bicicleta ergométrica - algumas vezes o exame inclui a medição da pressão arterial e do oxigênio no sangue. A atividade física é gradualmente aumentada para avaliar a capacidade do coração de responder ao esforço. O teste ergométrico também pode ser utilizado para monitorar a função cardíaca ao longo do tempo. Na área da oncologia, o teste ergométrico pode ser usado para avaliar a saúde cardíaca de pacientes que estão recebendo tratamento para o câncer, uma vez que alguns tratamentos podem causar danos ao coração. Por exemplo, a quimioterapia e a radioterapia podem afetar a função do coração e aumentar o risco de insuficiência cardíaca.
A densitometria óssea é um exame que utiliza raios-x para medir a densidade mineral óssea em regiões específicas do corpo, como a coluna lombar, quadril e antebraço. Essas informações podem ser usadas para avaliar o risco de fraturas e monitorar a saúde óssea ao longo do tempo. Na oncologia, a densitometria óssea pode ser utilizada para avaliar a saúde óssea de pacientes com câncer, já que alguns tratamentos podem causar perda de massa óssea - aumentando o risco de fraturas e de osteoporose. Esse exame é particularmente importante para pacientes com câncer que estão recebendo terapia hormonal ou quimioterapia, tratamentos que podem aumentar o risco de perda óssea. Além disso, a avaliação da densidade mineral óssea pode ajudar a identificar aqueles pacientes que precisam de uma terapia medicamentosa para prevenir a perda óssea ou o desenvolvimento da osteoporose.
A mamografia é geralmente recomendada para mulheres a partir dos 40 anos de idade, como parte do rastreamento do câncer de mama. A tomossíntese é uma técnica avançada de mamografia que produz imagens em camadas finas, permitindo uma melhor visualização das estruturas da mama. A tomossíntese pode ajudar a reduzir o número de resultados falsos positivos e aumentar a detecção de pequenos tumores. Tanto a mamografia quanto a tomossíntese são técnicas de diagnóstico por imagem amplamente utilizadas na área da oncologia para detecção precoce do câncer de mama, para avaliação da extensão do câncer e para o planejamento de tratamento. A mamografia é um exame de raio-x que é usado para detectar anormalidades na mama, como nódulos ou calcificações, que podem indicar a presença de câncer de mama.
O ecocardiograma é uma técnica de diagnóstico por imagem que utiliza ultrassom para avaliar a estrutura e a função do coração. Na área da oncologia, o ecocardiograma é frequentemente utilizado para avaliar a saúde do coração em pacientes que estão recebendo tratamento para o câncer, já que alguns tipos podem causar danos ao coração. Por exemplo, a quimioterapia e a radioterapia podem aumentar o risco de insuficiência cardíaca. O ecocardiograma pode ser usado para avaliar o risco de complicações cardíacas em pacientes que estão sendo considerados para o tratamento, além de ser utilizado para monitorar a função cardíaca durante e após o tratamento. O ecocardiograma pode fornecer informações detalhadas sobre a função cardíaca como: o tamanho e espessura dos átrios e ventrículos, a capacidade de bombeamento do coração e o fluxo sanguíneo através das válvulas cardíacas. Essas informações podem ser usadas para monitorar a saúde do coração ao longo do tempo e avaliar a necessidade de intervenção médica, como medicamentos para melhorar a função cardíaca.
A tomografia computadorizada (TC) é uma técnica de diagnóstico por imagem que utiliza raios-x para gerar imagens detalhadas dos órgãos internos e tecidos moles do corpo. Na oncologia, a TC é amplamente utilizada para auxiliar no diagnóstico, para avaliar a extensão do câncer e identificar metástases, bem como para planejar e monitorar a eficácia do tratamento de pacientes com câncer. A TC pode ser particularmente útil na avaliação de tumores pulmonares, hepáticos, pancreáticos e renais e em tecidos moles - como mama e próstata. Além disso, a TC pode fornecer informações detalhadas sobre a vascularização de um tumor, o que pode ajudar a guiar a terapia antiangiogênica, tratamento que visa interromper o suprimento de nutrientes para o tumor e inibir a formação de novos vasos sanguíneos, necessários para seu crescimento.
A ressonância magnética (RM) é uma técnica de diagnóstico por imagem que utiliza um forte campo magnético e ondas de radiofrequência para gerar imagens detalhadas dos órgãos internos e tecidos moles do corpo. Na oncologia, a RM é amplamente utilizada para auxiliar no diagnóstico, para avaliar a extensão do câncer e identificar metástases, bem como para planejar e monitorar a eficácia do tratamento de pacientes com câncer. A RM pode ser particularmente útil na avaliação de tumores cerebrais, medulares e ósseos e em tecidos moles - como mama, próstata e fígado. Além disso, a RM pode fornecer informações detalhadas sobre a vascularização de um tumor, o que pode ajudar a guiar a terapia antiangiogênica, tratamento que visa interromper o suprimento de nutrientes para o tumor e inibir a formação de novos vasos sanguíneos, necessários para seu crescimento.
As vacinas contra o câncer, conhecidas como vacinas terapêuticas, funcionam estimulando o sistema imunológico do paciente a reconhecer e atacar as células cancerígenas. Essas vacinas geralmente são desenvolvidas com base nas informações genéticas específicas das células cancerígenas do paciente e podem ser usadas como parte de um tratamento mais amplo, como quimioterapia ou radioterapia. Além disso, as vacinas essenciais também podem ser usadas como uma forma de prevenir doenças infecciosas em pacientes com câncer, que podem ter um sistema imunológico enfraquecido devido ao tratamento, ou à própria doença. Por exemplo, a vacinação contra a gripe e a pneumonia é recomendada para pacientes com câncer, para prevenir complicações de infecções respiratórias.
As vacinas estão disponíveis no momento apenas em Belo Horizonte e em breve estarão disponíveis também em Salvador.
O Laboratório de Patologia Clínica é o local onde são realizados exames de laboratório para ajudar no diagnóstico, tratamento e monitoramento de doenças, incluindo o câncer.
Na área da Oncologia, o laboratório de Patologia Clínica é responsável por realizar diversos testes que podem auxiliar no diagnóstico de tumores, como exames de sangue para identificar marcadores tumorais, bem como análises de amostras de tecido ou células obtidas por biópsia para avaliar características celulares, estruturas tumorais e para identificar mutações genéticas.
Esses testes de laboratório são usados em conjunto com outras informações clínicas para ajudar a determinar a presença, o estágio, o tipo e as características específicas do tumor, o que pode orientar a escolha do tratamento mais adequado para cada paciente. Além disso, o Laboratório de Patologia Clínica também é o responsável por monitorar pacientes com câncer, através da realização periódica de exames de sangue e análises de tecido para avaliar a eficácia do tratamento e identificar possíveis recidivas do câncer.
A radioterapia é um tratamento contra o câncer que utiliza radiações ionizantes de alta energia (como os raios X, por exemplo) para reduzir ou danificar células cancerígenas.
Pode estar associado a outros tratamentos como a cirurgia ou a própria quimioterapia, sendo usada tanto para cura, redução do tumor, como de forma paliativa, para alívio dos sintomas.
A quimioterapia é um dos principais tratamentos utilizados para combater o câncer.
É um tratamento sistêmico, realizado através de medicamentos administrados tanto por via oral quanto por via intravenosa, com o objetivo de destruir células cancerígenas de rápida multiplicação.
É um tipo de tratamento contra o câncer que estimula o próprio sistema imune do paciente para identificar e destruir células cancerígenas, podendo ser utilizado principalmente no tratamento de melanomas, do câncer de pulmão, rim, bexiga, fígado e alguns cânceres hematológicos (linfomas, leucemias).
Um tipo de imunoterapia que, através da reprogramação das células de defesa do corpo, cria um medicamento único altamente personalizado e individualizado. Seu grande benefício está em possibilitar alternativas de tratamento para cânceres que antes tinham opções limitadas, trazendo até potencial de cura e melhores prognósticos em alguns casos.
A cirurgia robótica é um tipo de cirurgia minimamente invasiva na qual o cirurgião controla braços robóticos através de um console. Ela oferece benefícios aos pacientes por se tratar de um procedimento minimamente invasivo, como a diminuição da dor e do desconforto no pós-operatório, menor perda sanguínea durante a cirurgia e diminuição do tempo necessário de internação.
Tem múltiplas aplicações na área da oncologia, pode ser utilizada para remoção de tumores de difícil acesso com alta precisão, mantendo os benefícios previamente citados, associados ao procedimento.
O Transplante de Medula Óssea é um procedimento utilizado para substituir a medula óssea do paciente que não está funcionando adequadamente porque foi acometida por doenças, através do transplante de células-tronco do sangue para o paciente.
Essas células-tronco podem vir tanto do próprio indivíduo (transplante autólogo), quanto de um doador (transplante alogênico).
Na área da oncologia, pode ser indicado o TMO para pacientes que estão tratando leucemia, linfoma, mieloma múltiplo e mielodisplasia. A escolha desse procedimento depende de alguns fatores como: a necessidade de se realizar o procedimento, condições clínicas do paciente, idade e se há um doador compatível (no caso do transplante do tipo alogênico).



